sábado, 14 de julho de 2012

Panquecas da Dona Tereza




                       
   Na foto Dona Tereza - Especialista em panquecas

Panquecas é um prato de fácil preparo e que normalmente agrada a gregos, troianos e os amigos que recebe naqueles dias que voce esta afim da prosa do que do fogão. Ou seja é um prato, que pode-se montar e deixar para levar ao forno na hora de servir.
 A minha sogra, Dona Tereza, faz uma muito boa. Esta receita vai dar umas 20 panquecas pode-se reduzi54r
Ingredientes
2 copo de leite
2 ovo
2 copo de farinha de trigo
1 pitada de sal

MODO DE PREPARO
Bata os ingredientes no liquidificador
Pré aqueça uma frigideira de teflon com uma colherinha de óleo
Coloque a massa na frigideira com o auxílio de uma concha
Deixe os "discos" fritarem até que a borda obtenha uma cor dourada.
Vire os "discos e doure do outro lado;


Agora é só rechear cada um dos discos ao seu gosto (carne, queijo e presunto, frango, frango defumado já experimentei e ficou muito bom, etc). Enrole cada um dos discos formando as panquecas, ajeite numa forma refratária,. Quando todas as panquecas estiverem no refratário, deite o molho de tomate, polvilhe com queijo (paremesão ou muçarela) e leve ao forno pouco antes de servir só para aquecer.

Muito bom e bem rápido de se fazer.












domingo, 1 de julho de 2012

LAGARTO RECHEADO NUM DOMINGO DE INVERNO




Domingo é sempre um dia especial para reunir amigos e amigas para uma boa prosa, boa comilança regada ao que de vier a cada grau etílico novas histórias vem à mesa. Aproveitando o São João, juntamos uma roda de amigos e amigas para testar um prato. A principio o menu escolhido foi: lagarto recheado acompanhado com um rondelle a quatro queijos  e a sobremesa um creme de morango.

Porém, um dos convidados o Grande Amigo Samuel, apodo Carioca desde os tempos que nos conhecemos na Paleocap dos mineiros. Samuel esta cursando gastronomia com isso chegou e deu uma alterou o menu, o molho do rondelli, que era um molho de tomate, se transformou num bechamel e olha a classe do futuro Chef brilhou. Mais o Chef é um tanto tímido, ainda bem que tem a Nilza como  companheira que vai nos alimentando de informação e com isso vamos cutucando e o chef vai se soltando. De fato Nilza e uma grande companheira daquelas que se pode afirmar que “Ao lado de um grande homem necessariamente existe uma grande mulher.


LAGARTO RECHEADO
Ingredientes
1 peça de lagarto com aproximadamente 1 kg
1 colher (cha) de orégano
1 xicara (cha) de vinho tinto seco
½ xícara (chá) de vinagre
2 dentes de alho picados
1 colher (sopa) de sal
1 xícara (cha) de tomate seco picado
1 maço de rúcula lavado e picado
1 xícara (chá) de queijo muçarela ralado
3 colheres (sopa) de óleo
3 xícaras (chá) de água
Cheiro verde picado e tomate-cereja para decorar

Preparo:
Com uma faca, corte a carne pela lateral formando uma manta. Tempere com o orégano, o vinho, o vinagre, o alho e o sal. Deixe descansar por 30 minutos na geladeira. Abra a carne e recheie com o tomate seco, a rúcula e o queijo. Enrole como rocambole e amarre com barbante culinário como não tinha foi amarrado com fio dental. Em uma panela de pressão em fogo médio aqueça o óleo e frite a carne até que doure. Adicione a água, tampe a panela e cozinhe por 30 minutos, após iniciada a pressão. Espere a pressão sair naturalmente e abra a panela. Deixe descansar por 5 minutos, decore com cheiro verde e tomate cereja.

RONDELLI
Ingredientes;
3 xícaras (chá) de queijo muçarela ralada
1 xícara (chá) de queijo provolone ralado
5 colheres (sopa) de quejo gorgonzola amassado
1 copo de requeijão
1 pacote de massa para lasanha pré-cozida
Fatias de presunto
Queijo parmesão ralado e manjericão para polvilhar


Molho Bechamel
1 litro de leite fervido aromatizado com uma cebola, folha de louro, cravo e pimenta do reino ficandos na cebola.
2 colheres (sopa)  de manteiga
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
Sal
Palmito
Derreta a manteiga e coloque a farinha de trigo, depois coloque o leite aromatizado coado e deixe engrossar, complete com os palmitos.

Preparo:
Em uma vasilha misture os queijos. Sobre as fatias de massa coloque uma fatia de presunto os queijos misturados e enrole como rocambole. Corte em fatias de aproximadamente 3 cm e coloque em um refratário. Cubra com o molho bechamel e leve ao forno médio preaquecido para cozinhar a massa, coloque folhas de manjericão para enfeitar. 
OBS: para esta receita foi feito metade molho bechamel e metade molho vermelho.


CREME DE MORANGO
Ingredientes:
6 xícaras (chá) morangos picados
1 ½  xícara (chá) de agua
1 caixa de gelatina em pó sabor morango
1 lata de leite condensado
2 caixinhas de creme de leite
Morangos e folhas de hortelã para decorar
Preparo:
Em uma panela coloque os morangos, a água e leve ao fogo médio até que levante fervura. Retire do fogo e bata no liquidificador com a gelatina, o leite condensado e o creme de leite. Em uma taça coloque o creme de morango, leve a geladeira. Na hora de servir decore com com morangos e folhas de hortelã.















quinta-feira, 28 de junho de 2012

BRUSCHETA - DISCÓRDIA EM MESA DE BUTEKO


Numa quinta - feira carrancuda, o inverno dando as suas caras e a caminho de casa vi vários ipês roxos que marcam presença na cidade nesta época, todos os anos a cidade recebe os ipês primeiro vem os roxos, depois os amarelos, brancos...no caminho estava pensando no lanche, que tal uma bruschetas acompanhada de uma taça de vinho.

Daí me veia lembrança de uma boa prosa sobre as  Bruschetas aconteceu numa festa do amigo Turquinho que em uma das mesas juntou um pessoal colegas de trabalho nas épocas do CETEC: Grossi – Pedro Mola e Isaura – Márcia – Marcos Manoel – Marcelo Ávila e esposa – eu e Tereza – Sinésio e Eneida, depois chegou o mestre Tonico, esse é o Antonio Gomes.

Lá pela décima rodada de chopp veio a discussão sobre as “Bruschetas”. O grande Sinésio, metido a entender de quase tudo, e já bem alto no “chopp”, deu lá sua opinião, distorcendo o charme do famoso antepasto italiano, até cometendo a heresia de denominá-lo canapé (nome mais apropriado a um petisco aboiolado feito com pão francês). Certamente a opinião do amigo não encontra nenhum embasamento culinário.

Obs: Sinésio aprendeu as receitas de canapés com o “Paul Martin” conhecido Chef Francês que ele conheceu e contratou para chefiar  cozinha do restaurante “Amigos do Capitão” do qual eram sócios Sinésio, Capitão e Marcinho. Diga-se por sinal este foi um empreendimento de sucesso, do qual Marcinho e Sinésio conseguiram um bom pé de meia.

Mas na verdade Sinésio pode entender de quase tudo, menos de Bruschetas, nos dias seguintes trocamos alguns e-mail nivelando as informações que podem ser assim resumidas:  O termo Bruschetta (pronuncia-se brusqueta) é originário das regiões do Lazio e de Abruzzo, derivada da palavra "bruscato" que significa tostado ou torrado, quer seja no forno ou na grelha. Há também outros nomes para bruschetta, como "Fetunta", na região da Toscana, aí derivado das palavras "fetta unta", isto é, fatia untada, no caso, com azeite de oliva.

A clássica bruschetta é feita com uma fatia de pão italiano rústico, de farinha escura e grossa, de casca dura, tostada na grelha, esfregada com alho
(o grifo se faz necessário devido a teimosia do amigo causador da discórdia), untada com abundante azeite e polvilhada com sal e eventualmente com pimenta-do-reino.

Há, porém, incontáveis variações para se preparar uma boa bruschetta. Na Toscana, o pão local, feito sem sal é guarnecido com "fagioli al fiasco", ou seja, feijão branco cozido com ervas e alho ou então, com "cavolo nero", couve picado bem fininho e aferventado em água e sal.Como os pães italianos são diversificados, variando de região para região, a bruschetta possui sabor e aparência com características distintamente regionais. Na Puglia e na Campania, por exemplo, é feita com um pão crocante, chamado "frisella" ou "frisedda". Na Calábria, Sicília e Basilicata, a bruschetta é feita com um pão comprido, de semolina e sementes de gergelim, guarnecido com tomates, azeite e orégano.

Voltando a conversa da mesa o amigo Wilson Grossi deu a sua receita - somente com um bom pão italiano, com alho esfregado e azeite de oliva de boa qualidade. Eu só acrescentaria fatias de tomate e azeitonas pretas.

Depois de muita discussão o Siné não se curvou às evidências – mas como já estava bem alto – foi levado, pela Eneida – para os braços de Morfeu. Mas naquele dia Sinésim saiu feliz, pois pode se reconciliar com o Pedro Garcia, situação que lhe deixava muito triste a um bom tempo.


Então vamos a algumas receitas:Bruschetta Clássica1 pão tipo toscano amanhecido 4 dentes de alho descascados sal e pimenta-do-reino moída azeite de oliva extra virgem.1 – Corte o pão em fatias de um centímetro de espessura; 2 – Esfregue o alho em cada fatia; 3 – Toste-as no forno, ou na grelha, até dourar nos dois lados; 4 – Polvilhe sal e pimenta. Regue com azeite de oliva e sirva

Bruschetta (receita elaborada na mesa da discórdia)
Ingredientes 6 fatias de pão italiano1 dente de alho3 tomates sem pele picadosSal a gosto2 colheres (sopa) de azeite1/4 de xícara de folhas de manjericãoModo de preparoAqueça uma frigideira e coloque as fatias de pão até tostar ligeiramente dos dois lados. Descasque o alho e esfregue-o no pão já quente.  Corte os tomates ao meio, despreze as sementes e corte em cubosEspalhe o tomate o manjericão e leve ao forno para aquecer

 Para acompanhar as Bruschetas abra um vinho branco hoje eu tomei um português  “Quinta da Rapariga” que ainda não conhecia mais é de boa qualidade  como diz meu cunhado Marcelo Diniz tem Aroma frutado, sugerindo frutos tropicais. No paladar é equilibrado, com agradável acidez, o que lhe transmite bom frescor e boa persistência.

Ao chegar em casa vi no facebook uma foto da Brsucheta eleboradas pela minha prima Tamara uma Chef de categoria em Goiânia.  



quarta-feira, 20 de junho de 2012

QUINTAL DO PRADO - ONDE SE ENCONTRA CERVEJA GELADA, CACHAÇA DE QUALIDADE, BOA COMIDA REGANDO UMA PROSA QUE DEIXA SAUDADES










Foto 1 - Quintal do Prado 

  Belo Horizonte se prima por abrigar butekos e mais butekos que mostram particularidades. Em cada bairro, em cada esquina, aparece um buteko com sua história, seu tempero que cativa uma fregesia fiel. Neste cenário um dos meus preferidos é o “Quintal do Prado” localizado no bairro que lhe empresta o nome cuja característica é ser um ponto de encontro dos apreciadores da arte de prosear com amigos no entorno de uma mesa de bar. Neste ponto, o Prado é imbatível, inúmeros butekos de qualidade se distribuem ao longo de suas ruas. ou seja na Rua Esmeraldas esto "O Bigode" na rua Turqueza "PatoRoco" e por ai segue uma lista de bares aconchegantes de boa comida e verveja sempre gekada.
O Quintal do Prado é uma casa é muito interessante, é o próprio quintal da casa do proprietário, o amigo Rafael, que saiu da cidade de Pitangui para se aportar na capital e montar uma casa maravilhosa.  Lembro-me no dia que cheguei um pouco mais tarde  do que de costume e a casa estava empapuçada, fui falar com o Rafael e disse:
- Rafael qual mesa que vc reservou?
- Ele olhou, coçou a cabeça e perguntou, vc reservou? Com quem?
- Telefonei duas vezes, ta´certo que ninguém atendeu. Mais eu telefonei
- É mais vamos dar um jeito.
- Neste dia ficamos sentados na copa da casa do amigo.
 Mais é sempre bom reservar, pois fica sempre lotado com fregueses habituais fiés frequentadores.




Foto 2 - Vista do salão da Quintal


A decoração é simples, porém aconchegante. Os garçons são extremamente gentis, solícitos, a cerveja é invariavelmente gelada lá se encontra de varias marcas: Brahma, Antártica , Skol algumas destas artesanais  e a minha preferida  Original.
 O tira gosto  feche os olhos e aponto no cardápio, são da melhor qualidade. Sugiro começar com uma paçoca de carne de sol só para forrar, ou então o torresmo, do qual Rafael se gaba em dizer que não tem colesterol, e pode ter certeza não tem colesterol na alimentação do porco é adicionado sinvastatina dia o diferencial. Mas para acompanhar o torresmo peça uma cachaça: a da casa você não vai se arrepender.
 Para uma porção mais reforçada a costelinha crocante com molho de jabuticaba é fantástica, o Feijão do quintal é divino, a maçã de peito assada é maravilhosa, nada de gordura  e o joelho de porco esse para comer de joelho. Todos os tira gostos vem acompanhado com batatas, daquelas miudinhas,  assadas ou mandioca cozida, a gosto da freguesia.


Na foto a seguir meu amigo Rafael:




Para fechar o expediente passe a régua peça conta, e o pé de moleque, para comer por  lá ou levar para casa. Vale a pena experimentar. Antes que alguém grite "Heresia!" que butequeiro não como doce etc, saiba que dificilmente eu peço sobremesa no final de uma noitada de cerveja.  Nesse caso, abro exceção para as duas regras, e com prazer. O pé-de-moleque do Quintal é feito com alguma receita caseira, talvez vem lá de Pitangui, mais é bem diferente dos tradicionais. é puxento, tem uma textura macia, não é enjoativo é bom, muito bom. 


O Quintal do Prado funciona de 4ª a 6ª feira
No horário de seis da tarde até a meia noite.
Esta localizado no Bairro Prado - região Oeste de BH
Rua Turfa, 821
Telefone:3332-0982 ou 8876-0982






domingo, 20 de maio de 2012

AS DELICIOSAS FRANCESINHAS DO MINHO






Na região do Minho, ou melhor, em Guimarães, conheci um sanduiche típico de Portugal a “Francesinha” que segundo os portugueses não se trata de sanduiche. Os ingredientes são facilmente reconhecível:  Pão, fiambre, salsicha e linguiça frescas, carne assada cortada bem fininha, ovo frito e queijo. O grande segredo fica por conta de um molho  que “empregados de mesa” sempre dizem não conhecer e dão respostas sempre evasivas  – “Ora, o preparo das Francesinhas é mesmo em todo como em todo o sítio: depois de colocado o pão, fiambre, salsicha, linguiça e carne fatiada tapa-se com queijo e cobre com o molho e cobre com um ovo frito. O molho é sempre segredo da casa.

Já no brasil fui até a internet e no site de gastronomia portuguesa, www.gastronomia.com, diga trata-se de uma boa referencia para conhecer a culinária portuguesa, apresenta a receita colocada abaixo
Porém devo confessar que até tentei mais não ficou igual a que deliciamos em Guimarães, Assim, sugiro ao marcar uma viagem a Portugal coloque em seu roteiro Guimarães para experimentar as deliciosas Francesinhas além de conhecer uma bela cidade. Bom para acompanhar um vinho verde que também tem suas raízes na região do Minho.




Francesinha Tradicional
Felicia Sampaio –
Roteiro Gastronómico de Portugal – in www.gastronomias.com
Ingredientes:
2 fatias de pão de forma
1 fatia de salame com pimentos verdes
1 fatia de fiambre
1 salsicha fresca
1 linguiça fresca
2 fatias de queijo flamengo barra
2 dl de molho da francesinha

Modo de fazer:
Colocar uma fatia de pão de forma com o fiambre, o salame, a salsicha e a linguiça fresca a grelhar na prensa.
Colocar a outra fatia de pão de forma por cima e deixar tostar. Cobrir a tampa com as fatias de queijo e deixar gratinar. Colocar a francesinha num prato e regar com o molho.




Molho de Francesinha:
Para 4 pessoas
2 dl de azeite
2 cebolas
2 dentes de alho
200 grs. de carne
2 folhas de louro
piripiri q.b.
50 grs. de farinha maizena
50 grs de polpa de tomate
2 dl de vinho do Porto
2 dl de brandy
3 grs. de sal
1 litro de cerveja



Confecção:
A essência consiste em fazer um refogado de carne.
Cortam-se as cebolas em meias luas finas, junta-se o azeite, alho, louro e a carne. Deixa-se refogar lentamente.Acrescenta-se o vinho do Porto, Brandy o tomate e mexe-se, continuando a apurar. Deita-se depois a cerveja saída do barril.

*O preparado deverá ferver muito lentamente durante algumas horas até ficar no ponto, de forma a que o molho possa ser vertido sobre a francesinha, previamente preparada.
*Conforme a consistência, pode-se juntar maizena diluída em água.
A introdução do piripiri ( essa aprendi por lá – pimenta tipo dedo de moça) deve ser feita a gosto, embora se trate sempre de um prato muito picante.